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25 de junho de 2010

Bolo de milho e pão de milho da Plus Vita

Oi gente!
Aproveitem essa novidade da Plus vita,que nesse são jõao resolveu inovar seus produtos!
Para dar mais sabor à vida dos habitantes da região Nordeste, edições especiais de Bolo de Milho e Pão de Milho chegam às gôndolas de supermercados a partir deste mês.

Líder e referência em panificados, a Bimbo do Brasil, por meio da marca Plus Vita, apresenta as duas edições limitadas para as comemorações juninas. Produtos com matéria-prima selecionada e de alta qualidade garantem sabor regional ao paladar dos consumidores.

O Pão de Milho e o Bolo de Milho estarão disponíveis em embalagens de 500 gramas e 250 gramas, respectivamente. As opções são ideais para serem consumidas por toda a família e a qualquer hora do dia a um preço acessível. Ambos os lançamentos são livres de gordura trans, além de serem produzidos com receita exclusiva, que proporcionam à massa textura macia e úmida.



beijos!

Shirley Bortnik

21 de junho de 2010

Lugar de Carol é na Cozinha

Olá, farofeirossss!!!

Vim aqui divulgar um blog amigo! É o blog de Carol.

Carol é uma advogada que depois de casar, ter um filhinho lindo e ir morar em Brasília com o seu marido, descobriu o amor pela cozinha.

Ela trocou a sua profissão pela faculdade de gastronomia e ADORA cozinhar para os amigos!

O blog dela é super prático, e como ela mesma diz, sua "principal intenção é socorrer as donas-de-casa/donos-de-casa que querem oferecer a família uma comida saudável e gostosa sem passar o dia na cozinha".

Vale a pena conferir, tem um monte de receitas e dicas super legais!!!!

http://www.colcavalcanti.blogspot.com/


Beijocas,

Mariana Bueno.

Technicolor Kitchen

Geente, nessa vida de blogueiros a gente encontra tudo né? E foi visitando alguns que apareceu o Technicolor Kitchen:

Podem entrar e conferir! O Blog apresenta receitas aparentemente deliciosas, as fotos são incríveis e dá vontade de comer tudo!


imagens reprodução


Agora que as férias estão chegando, é uma boa dica para treinar um pouco em casa e ainda saborear coisas gostosas. Ainda não tive a oportunidade de fazer nenhuma receita desse blog, mas assim que fizer uma, venho contar pra vocês como foi. Tem até algumas que se parecem muito com as que a gente fez no SENAC.
Espero que curtam e se deliciem!!

Juliane.

19 de junho de 2010

Cozinha Criativa 2


                A aula de cozinha criativa II, foi inspirada na culinária oriental. A aula foi maravilhosa, todos adoraram!
                Preparamos pratos que já tinham participado de cardápios de restaurantes brasileiros; foram feitas duas entradas, um prato principal e uma sobremesa.
1ª entrada: DUPLA DE ATUM COM SAGU DE TAPIOCA AO GERGELIM
Esse prato fazia parte do cardápio do restaurante A1 em São Paulo.
·         O Sagu = é uma preparação feita a base da massa de mandioca desidratada e remodelada em forma de bolinhas.
Seu consumo é mais comum no sul e sudeste do Brasil, mas pode ser facilmente encontrado nos supermercados da nossa região, além de ser muito barato. Geralmente ele é utilizado em preparações doces, porém na aula utilizamos ele em uma preparação salgada, temperando-o com sal e pimenta-do-reino.


·         O atum deve ser selado no óleo de gergelim para depois ser cortado em lâminas. Ele é selado para concentrar o sabor e para não se desmanchar na hora de ser laminado. O atum foi temperado com sal e pimenta-do-reino, guarnecido e decorado com molho Teriyake.

Receita:
Ingredientes:
- 200g de filé de atum fresco para sashimi;
- sal;
- 50g de sagu;
- 20 ml de óleo de gergelim;
- 20 ml de azeite.
Modo de preparo:
                Cortar o filé de atum em lâminas. Temperar com sal e pimenta. Selar em azeite e óleo de gergelim. Cozinhar o sagu em água. Temperar com sal, pimenta-do-reino e base de galinha.
Montagem:
                Dispor sobre as lâminas um pouco de sagu temperado.

2ª entrada: TARTAR DE SALMÃO
               
História:
A criação do Steak Tartare tem origem totalmente diferente, sem relação alguma com o intenso e prolongado calor do verão brasileiro. Quem, segundo conta a lenda, inventou esse prato foram os Tártaros, povo bárbaro que viveu por aproximadamente cinco séculos, três antes e dois depois de Cristo. Os Tártaros eram mongóis que durante muito tempo foram liderados por Átila, o Huno. Atília iniciou sua viagem nas proximidades da Muralha da China, vindo a cavalo até a Europa Central, estabelecendo-se na região hoje ocupada pela França e Alemanha.
                Os Tártaros eram conhecidos pela força que não hesitavam em usar quando queriam conseguir incrementar seu estoque de bens materiais. Eles caçavam e colocavam a caça eviscerada sob a sela do cavalo sobre o qual cavalgavam durante todo o dia. À noite, para repor as energias gastas durante o dia, picavam essas carnes devidamente amaciadas pela cavalgadura, misturavam com os temperos disponíveis e adicionavam uma gema de ovo para aumentar o poder energético do apetitoso prato.

                Na aula de hoje foi feito um tartar oriental com base em salmão.
                O salmão é “batido” (bater é fazer movimentos de cortes rapidamente deixando a carne em pedaços bem pequenos, porém ainda é possível ver o corte, diferente da consistência de patê).
                O tartar tradicional não tem acompanhamento de torradas, seu acompanhamento clássico é o GORAN (é um arroz semelhante ao arbório), o goran é temperado com o GARI (molho que é cozido com a alga Kombu). O arroz é incorporado na montagem do prato fazendo camadas alternadas do tartar e do arroz.
                Uma dica é não socar o tartar, para que ele não fique com uma aparência artificial.
                Esse prato é bastante vendido no restaurante Kojima em Recife.

Receita:
Ingredientes:
Para o tartar:
- 150g de salmão fresco;
- 30 ml de shoyu;
- 10 ml de sumo de limão;
- QB de pimenta tabasco;
- cebolinho cortado em anéis finos.
Para o molho:
- açúcar;
- sake mirin;
- sake kirin;
- shoyu.
Modo de preparo
Para o tartar:
                Cortar o salmão e “bater” até formar quase uma pasta. Misturá-los aos ingredientes. Montar com auxílio de um aro. Retirar o aro e guarnecer com molho teriyake.
Para o molho:
                Misturar os ingredientes, levar ao forno médio até reduzir e ganhar consistência de caramelo de fio fino.
 
Preparo principal: CUBOS DE LOMBO DE PORCO FLAMBADOS EM SAKE E RISOTO DE ABOBRINHA
                Este prato também já pertenceu ao restaurante A1 em São Paulo.
  • O arroz do risoto primeiro foi refogado com azeite e cebola, depois adicionou o vinho branco seco e temperou com sal e pimenta-do-reino. O vinho branco seco faz com que o amido seja liberado lentamente e potencializar o sabor do arroz.
  • As abobrinhas foram refogadas no azeite e depois adicionadas ao arroz já pronto juntamente com o queijo parmesão ralado.

  • O lombo foi cortado em cubos e temperado com sal e pimenta-do-reino e depois flambados com sake kirin.

Receita:
Ingredientes:
- 200g de lombo de porco;
- 10 ml de óleo de gergelim;
- sal;
- pimenta-do-reino;
- 40 ml de sake kirin;
- 60g de arroz arbóreo;
- 100g de queijo parmesão;
- 10g de manteiga;
- 1 abobrinha cortada em cubos;
- 30 ml de vinho branco.
Modo de preparo:
                Temperar os cubos do lombo de porco com sal e pimenta. Selar em óleo de gergelim com azeite. Flambar com sake kirin. Reservar. Preparar o risoto e finalizar com a abobrinha refogada em azeite e o queijo parmesão ralado. Ajustar sal e pimenta.
Todos adoraram este prato! Comeram até não agüentar mais!

Sobremesa: CUBINHOS DE MANGA MARINADOS
                Esta sobremesa maravilhosa é servida no restaurante TUR em casa forte.
  • Basicamente  preparação é manga cortada em cubos, sumo de limão, açúcar refinado, sumo de gengibre ralado, folhas de hortelã cortadas em chiffonade e sorvete de nata para acompanhar, mas na aula foi usado sorvete de creme com passas, na verdade esse prato é uma marinada!
  • Dica: para a preparação ficar mais gostosa, o melhor é usar manga tomi, pois ela quase não tem fibras.

Esta sobremesa foi considerada a melhor de todas as aulas! Pena que todos não estavam lá para provar!
        Ela tem um sabor refrescante inesquecível!

Até a próxima!

Beijos! 
                                      Jaqueline Moura,
                                      Luciana Pessoa e 
                                      Shirley Bortnik.


16 de junho de 2010

COZINHA CRIATIVA 1

Oi gente! Nossa aula de segunda-feira foi de cozinha criativa 1, Cozinha Criativa é uma tendência da cozinha contemporânea. Entre as características desta cozinha está à importância que se dá a aparência dos pratos, a simetria dos cortes e as montagens com foco na verticalização.

Um dos grandes nomes desta vertente citados na aula foi o de Douglas Van Der Ley chef do Restaurante É que vem fazendo muito sucesso, inclusive saiu na revista “Comer e Beber” 2010 da Veja como melhor chef do ano pela 2ª vez consecutiva.

Da nossa aula há duas coisas que precisamos dar destaque: o Aligot e o alho poró.
O alho poró ou alho porró como é conhecido na Europa, de onde é originário, é parente da cebola e primo um pouco mais distante do aspargo. Pratos como cremes típicos ingleses e franceses, não dispensam o alho poró, que também vai muito bem como ingrediente principal de caldos ou como tempero de carnes, aves e peixes. Seu sabor ardido peculiar é considerado mais leve do que o do alho e o da cebola, mas é bem perceptível, e tem a capacidade de dar um destaque diferenciado e agradável à comida. Esse ingrediente é considerado nobre e simples de usar. Há 10 anos atrás, saborear uma receita com alho-poró era um privilégio o ingrediente, quase exclusivo dos chefs de cozinha, era caro e difícil de ser encontrado. Felizmente, os tempos mudaram e o alho poró está mais acessível.

 Tradicional dos Alpes franceses o Aligot é um astro no D.O.M. restaurante comandado pelo chef Alex Atala, segundo o chef o prato é pedido diariamente. A receita original leva batata, porém nos fizemos com macaxeira e o resultado foi ótimo! Os queijos também usados são os queijos mais consumidos em cada região, aqui fizemos uma adaptação e usamos parmesão ou gruyeré com queijo minas, na nossa aula fizemos com parmesão. É considerado uma pré-sobremesa, porém aqui no Brasil é consumido com carnes.


Seguem em seqüência as receitas da aula:

Entrada:

Crostini de pêssego e parma:
Ingredientes:
5 pães ciabatta
500 g de cream cheese
500 g de presunto de parma laminado
250g de pêssego em calda
Sal e pimenta-do-reino a gosto.
Modo de preparo:
1.      Misturar o cream cheese, leite,sal e pimenta-do-reino e levar ao fogo para ganhar consistência.
2.      Cortar o presunto e o pêssego em cubinhos simétricos.
3.      Cortar o ciabatta em rodelas, passar um pouco de manteiga e levar ao fogo, tirar quando a manteiga tiver derretida.
4.      Passar a pasta de cream cheese. Colocar uma porção do presunto em cubinhos e em seguida do pêssego.
5.      Levar ao fogo até ficar com a textura crocante.
Prato Principal:

Pescada com puxadinho de camarão:
Ingredientes:
250g de pescada amarela
200g de camarão
50g alho poró
5g gengibre
1 limão siciliano
50ml azeite
50g manteiga
350g queijo parmesão
350g macaxeira
Folhas de rúcula
Aceto balsâmico
Sal e pimenta-do-reino a gosto
Modo de preparo:
  1. Fazer a macaxeira só na água.
  2. Ralar o queijo.
  3. Tratar e temperar o peixe e o camarão com pimenta e sal.
  4. Cortar o alho poró e o gengibre em rodelas finas.
  5. Depois da macaxeira pronta passar no liquidificador e levar ao fogo, acrescentar o queijo aos poucos.
  6. Puxar o camarão no azeite e manteiga acrescentando o gengibre e o alho poró.
  7. Dourar o peixe no azeite e um pouco de manteiga.
  8. Misturar em um recipiente a rúcula e o aceto balsâmico.
  9. Colocar a musseline em uma forma esférica aberta dos dois lados para da forma a ela na apresentação do prato. Colocar o peixe em cima, colocar o puxadinho de camarão e fazer uma coroa com as folhas da rúcula.
Sobremesa:

Compota de banana com calda de gengibre e farofa de paçoca:

Ingredientes:
·         Compota de banana: açúcar, água, gengibre e cravo levam ao fogo e tira quando tiver em ponto de fio fino.
·         Paçoca: comprar já feita paçoca de amendoim e esfarelar(pode ser com a mão mesmo).
·         Sorvete de coco ou macadamia.
·         Massa sablé:
Ingredientes:
20ml leite
300 g farinha
1 pitada de sal
2 gemas de ovo
150 g de manteiga
100 g de açúcar glacê
Misturar todos os ingredientes, quando a massa estiver homogênea, colocar em um plástico e esticar a massa com um rolo, depois cortar em triângulos. Levar ao forno até a massa tiver durinha, ela fica com uns tons como se tivesse passado um pouco do ponto, porém é normal.
Modo de preparo:
Colocar a massa sablé já assada, a compota, o farelo de paçoca e uma bola generosa de sorvete. Você pode inventar novas formas de apresentação e fazer como achar melhor! Divirtam-se!
Até o próximo post!

Eva Carolina, Paullus Fernandes e Fernanda Leite.

14 de junho de 2010

Tapiocas inovadoras

Uma das iguarias mais admiradas no Nordeste, a tapioca, vem ganhando a cada dia, misturas de dar água na boca. Umas até parecem panquecas, outras, pizzas. Com a goma da mandioca na mão e mil idéias na cabeça, os chefs de cozinha adaptam as antigas receita das tapioqueiras nordestinas. Ao lado da Casa da Cultura, um mercado de artesanato que funciona no prédio de uma antiga cadeia no Recife, trabalha dona Nicinha, que há 50 anos faz tapiocas. Com ela, só a versão original, com recheio de coco e queijo, na goma de mandioca estalando na frigideira sobre o fogareiro, é servida.

“Ela só é gostosa no fogo de carvão”, explica com a experiência de uma vida inteira debruçada sobre a iguaria. “Se me tirar da minha tapioca eu morro”.
A tapioca demonstra vocação para ter vida longa e, ao mesmo tempo, se renova. Ela também está nos restaurantes apreciados da cidade, em receitas cada dia mais criativas.

A do chef Bruno Catão tem uma massa misturada com queijo, recheada de creme de ricota com catupiry e salsicha. Acompanhamentos: batata frita e molho de mostarda e mel de engenho. O resultado é a Tapdog.
“Nós criamos essa receita para atender à demanda da criançada que vem ao restaurante”, conta Bruno Catão. “É uma tapioca servida com batata frita e salsicha”.
Outra novidade é a Tapioca para sobremesa. Sobre o leite de coco, essa delícia é recheada com leite condensado e coco ralado e, para finalizar, açúcar cristal. Entra em ação o maçarico e aí está o brulée de tapioca, adaptação de uma receita de origem francesa.
“Fica com a aparência do creme brulée”, explica o chef Denis Alves. “A gente fez essa adaptação para pode comer como sobremesa”.
Outra viagem às possibilidades oferecidas pela goma de mandioca: geléia de morango por baixo ou a tapioca em forma de casquinha e, dentro dela, sorvete de creme. Difícil dizer que é regional demais para o seu paladar, não?
 
Até a próxima,
Laís

12 de junho de 2010

Pastelaria II

Bom gente, dando continuidade a aula da semana passada, nós tivemos mais uma aula de pastelaria. Porém, dessa vez, ela foi direcionada a pastelaria salgada, onde utilizamos bastante a famosa massa folhada.

Nossa aula foi totalmente baseada nessa massa, foi através dela que elaboramos diversos pratos, desde grissini até o palmier e variados pasteis.

Primeiramente, elaboramos toda a massa que seria utilizada no preparo dos pratos e vimos o quanto é difícil o seu modo de preparo, o quanto é delicado e cheio de regras e cuidado para se obter a massa no ponto ideal. Requer horas com o rolo abrindo e fechando a massa, com muito cuidado para a massa não rachar e dobrando ela de maneira cuidadosa.

A receita da massa é:

Ingredientes:

• 2kg de farinha de trigo
• 400g de margarina
• 900ml de água
• 400ml de bebida destilada
• 1,2kg de margarina para a folha (moldar em forma de tablete)

Coloca primeiro a farinha de trigo e a manteiga, e vai botando a água aos poucos, até virar uma massa consistente. Depois, adiciona a cachaça e mistura.

Depois da massa feita, vem a parte mais trabalhosa do preparo: o processo de folhar, no qual nós temos que esticar e dobrar a massa várias vezes, pra formar as “folhas” da massa folhada.

Primeiro, deve-se que esticar a massa toda, tentando formar um quadrado. Depois, coloca o tablete de margarina no meio e dobra as bordas, envolvendo a margarina. É mais fácil de entender olhando as fotos:
Thaís esticando a massa.


O tablete de manteiga no meio, envolvido pela massa.

Dobra tudo, fazendo um "pacote".

Até ficar assim. Depois, deixa descançar por 20 minutos.

Em seguida, estica-se o "pacote" com a margarina dentro, até a massa ficar fina de novo, dessa vez, tentando deixá-la com um formato retangular.

Assim, faz-se a segunda dobra da preparação:

Dobra os dois lados do retângulo para dentro.

E mais uma vez...

Ficando assim. Deixa descansar por mais 20 minutos.

Depois de descansada, estica-se a massa mais uma vez e repete-se a última dobra. Esse processo da segunda dobra precisa ser feito 4 vezes. É importante, a cada nova dobra, sempre girar a massa 1/4 de círculo antes de dobrar, para uniformizar bem a manteiga em todas as camadas da massa. E nunca se esquecer de deixar a massa descançar por 20 minutos entre uma dobra e outra.

Depois da massa pronta, há inúmeras preparações que podem ser feitas. Na aula, nós fizemos algumas:

A primeira foi o Filé Wellington. O prato recebeu esse nome em homenagem a Arthur Wellesley, que foi o primeiro Duque de Wellington, em Somerset, na Inglaterra. Ele ficou epecialmente famoso por ter sido o general que derrotou Napoleão Bonaparte na batalha de Waterloo. E ele adorava essa prato.

O filé Welignton, na realidade, era bastante consumido na década de 50, 60 e consiste, basicamente, no filé enrolado na massa folhada. A receita é simples. Sela-se o filé, deixando a parte de dentro praticamente crua. Enxuga-o em uma toalha, e cobre com a massa folhada, como nas fotos abaixo:


Filé mal passado.

Enrolado na massa folhada.

Depois é só colocar no forno e pronto!

Filé Wellington pronto para ser servido!
Preparamos também grissinis, que são aqueles pães fininhos em forma de “palitos” bem comuns em padarias. O nome grissini vem de "grissia" ou "gherssa" (do dialeto piemontês), um pão típico alongado e estreito, parecido com as baguetes francesas.

Após muita pesquisa, descobrimos algo muito interessante sobre o grissini: a sua origem se deu por volta de 1680, quando o herdeiro do trono italiano, Vittorio Emanuel II, se preocupava com o estado de saúde do seu filho caçula devido a distúrbios intestinais, que na época era uma doença praticamente sem cura. Então o médico Don Baldo Pecchio diagnosticou que o jovem tinha intoxicação alimentar devido ao pão contaminado de germes patogênicos intestinais. Então, Baldo solicitou ao mestre padeiro da corte, Antonio Brunero, que produzisse um pão fino, muito bem cozido para que houvesse a eliminação dos microorganismos existentes na massa. A inspiração de Baldo Pecchio foram os "pequenos güersas" ou "ghersinis" que sua mãe elaborava quando ele era também criança e sofria de problemas intestinais semelhantes.

É bem fácil de fazer (uma vez que já temos a massa pronta), é só pegar tiras de massa e enrolar, deixando no formato desejado, e depois levar ao forno. Ficou uma delícia!

Grissini

O palmier também é muito comum em padarias. É um biscoitinho de origem francesa, também conhecido como “orelha de elefante” ou “orelha de macaco”.

Para prepará-lo, é só esticar a massa bem fininha, enrolar os dois lados para dentro e depois cortar. Leva ao forno por alguns minutos. Depois é só jogar açúcar em cima!
Cortando a massa no formato do palmier.

Depois de prontos! =D

Por fim, fizemos três tipos de pasteis com a massa folhada: de carne, frango e de doce de leite.

Pra fazer o recheio de frango, primeiramente nós clareamos a cebola (que é refogá-la, utilizando a gordura de outra carne, que no nosso caso foi a do filé). Depois, selamos o frango. No caso do recheio de carne, cortamos o filé em pedaços pequenos e depois puxamos na frigideira.

Depois, é só cortar a massa e colocar o recheio!
Antes de ir ao forno...

Recheando com doce de leite.

E o pastel de frango prontinho!

Depois, como sempre, a melhor parte da aula: comer!

Todos nós pudemos notar a diferença da massa folhada que nós fizemos, a original, com a massa que é vendida em muitas padarias e lanchonetes, que é industrializada. A nossa ficou muito mais leve, macia e muuuito mais gostosa.

É bastante difícil de se encontrar massa folheada caseira, a original. A maioria das casas utiliza a massa folhada Arosa para elaborar seus salgados ou doces, o que não deixa ser saborosa e crocante, mas não tem aquele cuidado, dedicação, sabor e originalidade da massa caseira. Muitos desses lugares utilizam da massa Arosa pela questão de tempo de preparação da mesmo, mesmo que o custo de elaboração de uma massa caseira seja muito menor do que o de comprar a massa Arosa. Ai fica a questão, até que ponto o fator tempo vai ser impor sobre as delícias da vida que são obtidas de maneira lenta e com dedicação, quebrando as tradições da cozinha?

Enfim, a aula foi deliciosa, e foi ótimo aprender como fazer a verdadeira massa folhada!

Até a próxima farofada!

Filipe, Layslla e Luísa