RSS

5 de junho de 2010

Ateliê No Escuro Gastronomia


Olá farofeiros!

Vocês já ouviram falar do jantar totalmente no escuro, com direito a venda nos olhos? Pois foi essa a idéia bem sucedida das psicólogas Maria Lyra e Elis Feldman.
 Em uma viagem a Paris, elas foram num restaurante no escuro, onde o espaço era completamente vedado e os garçons cegos. A experiência foi tão marcante que, quando voltaram ao Brasil, quiseram reproduzí-la a amigos e parentes. A idéia deu certo e começou a crescer.
As amigas montaram uma equipe e hoje realizam jantares em casas, restaurantes e até empresas. "O chef do espaço formula o menu , com a supervisão delas. O restaurante propõe um cardápio e elas sempre degustam antes, para fazer algumas alterações e adaptá-lo a algumas especificidades do jantar. O coordenador do espaço também prepara com elas o salão, para que todos os detalhes do ritual sejam devidamente atendidos. Quando o evento é realizado na casa do cliente ou em sua empresa, é o chef do "Ateliê No Escuro Gastronomia"  quem prepara o menu e são as psicólogas que  prepara o espaço.
Mais que um simples jantar, o "Ateliê No Escuro Gastronomia" propõe novas visões do mundo aos convidados. As pessoas podem esperar, nesses eventos, uma vivência diferenciada e inovadora. Em um mundo tão dominado pelo sentido da visão, é uma oportunidade de explorar os outros sentidos, que proporcionam outra percepção.



Mais informações no site:  www.noescurogastronomia.com.br.

Até a próxima!

Shirley Bortnik

Pastelaria I


Oi gente!!

Hoje viemos postar sobre a aula de quinta feira, que para a felicidade de muitos, foi de pastelaria!

Esta aula de início nem estava no cronograma, mas nossa professora teve a idéia de adicioná-la. Quase todas as preparações foram doces, tivemos torta Romeu e Julieta, torta alemã, biscoito amanteigado, Cheesecake de tangerina e fizemos massa brisé (salgada) e sablé (doce), com as quais fizemos tarteletes com creme inglês! Utilizamos o forno apenas para os biscoitos e para os tarteletes.

Quero me desculpar de agora, pois não estou com as receitas e, por isso, vou postando-as com o tempo, tá? 
Fizemos a maioria das receitas simultaneamente e todos fizeram alguma coisa, por isso não temos muitas fotos de como estava sendo preparado.
 
Mas, basicamente, a que ficou pronta primeiro foi a Torta Alemã, que é muuito simples e fica muuito gostosa! Ele é feito de camadas e entre o recheio branco e o de chocolate ficam camadas de biscoito maria! Só a cobertura que desandou um pouco e a linha de creme de leite ficou muito grossa, mas ficou muito bonitinha (para uma primeira vez!)


Fizemos biscoitos nesse meio tempo (apesar de ter havido um problema com as massas -- confundimos as massas e sem querer colocamos chocolate em pó na brisé). A segunda fornada ficou muito melhor! E as tarteletes foram colocadas em forminhas pequenas, e foram para o forno, para depois serem recheadas.



A Torta Romeu e Julieta também foi bem simples de fazer e todos gostaram muito. Eu, particularmente (Priscila), não gostei, mas pelo simples fato de não gostar de goiabada. Hehe



Já a Cheesecake de tangerina tivemos que dividir em duas fôrmas menores, pois as grandes estavam sendo utilizadas para outras receitas; E também não eram com fundo removível e por isso quando tiramos as fatias das fôrmas, elas se quebraram todas, mas ficaram boas! E, infelizmente, não temos fotos dela.

Acabou a aula e todos ficamos enjoados de tanto doce, e até levamos para casa, pois seriam descartados de qualquer jeito. Não sei nas outras, mas na minha casa o pessoal adorou!

É isso,
Abraços!
Maria Eduarda, Laís, Priscila e Thaís

29 de maio de 2010

COZINHA ORIENTAL

Como vocês podem notar, toda semana aprendemos um pouco sobre a cozinha de algumas partes do mundo. Na aula desta quinta (27/05) tivemos sorte, pois nossa gravidíssima professora Fabíola Medeiros tem um grande conhecimento na área de cozinha oriental e nos deu muitas informações e dicas valiosíssimas.

De entrada tivemos o DASHI, que é utilizado como molho base em uma grande quantidade de preparações da culinária japonesa.
A receita é:

Ingredientes:
•2cm de alga Kombu
•50g de flocos de bonito
•50ml de água

Modo de preparo:
•Mergulhar a alga em água fria. Levar ao fogo médio sem deixar ferver.
•Acrescentar os flocos de bonito no caldo e assim que iniciar a fervura, abaixar o fogo e deixar por 5 minutos.
•Coar e resfriar.




O kombu é uma alga que geralmente é vendida desidratada e para utilizá-la em receitas como o Dashi, é necessário colocá-la em água para readquirir o aspecto fresco.














Os flocos de bonitos são vendidos dessa maneira. Este é um ingrediente básico na cozinha japonesa feita do bonito secado e tem uma textura fina.








Fizemos também como entrada o TEMPURA.
Para a massa utilizamos 200g de farinha de trigo peneirada e gelada, 400ml de água gelada e um ovo inteiro gelado. Também acrescentamos gelo na massa.
Fizamos o tempura com berinjela, pimentões, camarões, batata doce, aspargos, shitakes. Esses foram cortados e passados na farinha de trigo, depois na massa e depois fritos.
Nos surpreendemos com o sabor dos aspargos e batata doce, que ficaram deliciosos como tempura.

Outro prato feito em sala foi o YAKISOBA. Trabalhamos com o macarrão tradicional para esse prato, o que resultou em um sabor bem diferente dos Yakisobas que já havíamos experimentado. Os ingredientes desse prato são: 240g de macarrão chinês, 1 colher de sopa de óleo de gergelim (muito usado na coréia, e dá um sabor bem diferente à preparação), 200g de repolho chifonado, 1 colher de sopa de óleo de soja, 100g de carne de porco cortada em tiras, 2 shiitakes frescos cortados em tiras, 1 pimentão cortado em tiras, ½ molho de cebolinho cortado bem fininho e gergelim para polvilhar.
Para o molho usamos: 2 colheres de sopa de molho inglês, 1 colher de sopa de shoyu, 1 colher de ketchup, 1 colher de sopa de açúcar, 1 colher de molho de ostras (molho feito com ostras, mas que contém muitos peixes), ½ cebola picada, quanto baste de gengibre picado, 1 dente de alho picado, 1 colher de sopa de alho picado.
O primeiro passo a ser feito foi o molho: refogamos a cebola no óleo de soja, acrescentamos o alho e o gengibre picados.Colocamos os molhos e deixamos ferver. Peneiramos e deixamos esfriar.
O Yakisoba em si é feito em partes para que depois seja misturado. São refogadas as carnes e os legumes nos óleos de soja e gergelim (dois terços de soja para um de gergelim), depois o macarrão é salteado, depois mistura-se a ele as carnes e legumes, e por último coloca-se o molho.






No final da aula fizemos o TATAKE DE ATUM. É uma preparação bastante rápida e prática, além de muito gostosa.
Ingredientes:
• 400g de filé de atum fresco para sashimi
• 120ml de shoyu
• 40ml de sake kirin
• 1 colher de chá de wasabi
Modo de preparo:
• Em uma panela com água fervendo deixar o atum por dois minutos
• Retirar o atum e em um recipiente com água e bastante gelo mergulhar por 3 segundos e logo em seguida secá-lo com papel
• Misturar os outros ingredientes e colocar num saco plástico junto com atum e deixar marinar por 1 hora dentro da geladeira.


 Atum ainda Congelado.


Atum depois de cozido 




Atum depois de marinado e pronto para servir. Podemos consumir o atum molhando no shoyu, no molho teriaki ou até mesmo no próprio molho da marinada que é uma delicia. 


Na nossa aula, não tivemos tempo para mergulhar o atum fervido em um recipiente com água e gelo, ao invés de colocar na geladeira por uma hora colocamos no freezer por um tempo menor. O atum utilizado não era fresco devido à dificuldade de encontrar o produto no mercado, ele era congelado.
Um fato interessante que nossa professora nos informou foi sobre a compra do atum congelado. Apenas observando as fibras e a cor do peixe ela nos mostrou como identificar de que parte foi retirado os pedaços de atum e quanto tempo em média o animal já tem de morto.

Molho TERIYAKI
É um molho muito apreciado e fácil de fazer.
Ingredientes:
• 6kg de açúcar
•1200ml de cada sake( mirin e kirin)
•2400ml de shoyu
Modo de preparo:
• Misturar todos os ingredientes e colocar num fogo baixo
Dicas:
• Utilizar panelas altas
• Teriyaki não mexe
• Colocar dois pires nos fundo da panela para que com o calor os pires se movimentem não deixando o açúcar grudar no fundo da panela.





Além das receitas, Fabíola nos apresentou um macarrão japonês, feito com feijão, que pode ser preparado frito ou cozido, porém na segunda opção ele é consumido frio.








Em nossa aula, o modo de preparo escolhido foi a fritura. O macarrão foi coloca em óleo quente e instantaneamente ele "incha" e fica bastante crocante.






Como não tínhamos mais tempo para fazer a sobremesa, ela será feita em outra aula. Portanto, aguardemos ansiosamente, né?

Até a próxima, farofeiros!

Juliane, Mariana e Suzane.

28 de maio de 2010

Chiwake

Olá, seguidores do Farofa!!!

Alguns de vocês sabem que esse mês eu e meu "namô" comemoramos uma data especial... Resolvemos ir jantar, portanto, em um lugar especial! Ele decidiu (foi uma surpresa) que seria no Chiwake. Ao chegar lá me encantei com a originalidade e beleza do lugar, além da gentileza dos funcionários. O ambiente é muito bem decorado com detalhes peruanos e móveis rústicos.

O restaurante usa em seu cardápio ingredientes originalmente peruanos que o proprietário, Aníbal Fernandes, compra em viagens regulares a Lima.
Segundo a Veja Recife 2010/2011, esse é o único restaurante da cidade que representa a culinária Nikkei, que é uma mescla de influências das cozinhas peruana e japonesa.

De entrada nós pedimos o Ceviche, o que não poderia ser diferente pois é a especialidade da casa. Os ceviches são feitos de peixes marinados em suco ácido e ají, pimenta típica peruana utilizada para realçar o sabor dos alimentos.
Pedimos o de Nazca, que é um ceviche Nikkei. Claro que eu precisava ter essa experiência! Resultado? Divino! O prato leva robalo, polvo e camarões marinados em um caldo de limão temperado com pepino, tomate-cereja, molho agridoce, alga e gergelim. É realmente um misto muito grande de sensações, e o toquezinho japonês de shoyu e sunomono me encantaram.

Para o prato principal escolhemos o Salmão de Nazca. É um salmão delicioso (principalmente por ser tão fresco) envolvido em uma crosta de castanhas, e acompanhado de uma salada com molho de mel e mostarda. Comemos o salmão sem dar uma palavra, pois estava muito, mas muito gostoso mesmo para nos concentrarmos em outra coisa! :)

De sobremesa pedimos o tradicional creme de papaya com licor de cassis. Porque Paulinho morreria se fosse diferente! Eu particularmente não gosto muito de mamão, mas o creme não tinha muito a ver com a fruta e estava muito gostoso também.

Quase esqueci do suco de morango: DELICIOSO!!!

Foi uma noite muitíssimo agradável e surpreendente. Já tinha ouvido falar muito bem do restaurante, e esperava muito também. Mas mesmo diante de todas as dificuldades em agradar e surpreender clientes que esperam muito do serviço, como estudamos em Marketing, fui surpreendida com tanta qualidade e originalidade.

Durante o almoço alguns pratos são mais baratos (informação que eu li em umas plaquetas sobre as mesas) e portanto mais acessíveis para nós, estudantes. O restaurante abre para almoço todos os dias exceto nas segundas.

Para os que querem dar uma “fuçada” no restaurante eleito como a melhor cozinha contemporânea da cidade (Veja Recife 2010/2011), o site do Chiwake é www.chiwake.com.br.

Até a próxima, farofeirinhos!

Mariana Bueno

Cakery


Olá Pessoal!

Gostaria de dividir com vocês uma dica muito boa, que é uma moça que trabalha fazendo bolos personalizados, cupcakes, panetones, ovos de páscoa... Enfim, todas essas delicias doces que amamos.
É feito por Mari Vita, uma publicitária formada, que largou a profissão para fazer o que realmente gosta, que são esse trabalhos manuais nas criações de doces. Ela intitula seu negócio de Mari Vita Cakery!
Todos os ítens feitos por ela são lindíssimos, ainda não provei, mas vou provar em breve, pois vai ter um bolo dela em um aniversário da família.
Aproveitando que está perto do dia dos namorados, eu amei as dicas de presente para essa data. São cupcakes super fofos, mini-bolos e bolos muito lindos e bem enfeitados. Os preços variam de R$ 7,00 a R$ 35,00. É uma ótima alternativa para quem quer fugir dos presentes tradicionais!
É isso gente, espero que tenham gostado, acessem o Blog da Mari que vocês vão adorar as criações dela.
 Abraços, e até a próxima.

  Maria Eduarda.
 
           

27 de maio de 2010

Ele está de volta!

Se você assim como eu é fã e adora as receitas, os livros, programas e projetos do chef britânico Jamie Oliver, é sempre bom saber que ele está de volta. Dessa vez ele não resolveu brigar novamente com o governo britânico pela qualidade dos alimentos servidos as crianças nas escolas públicas do Reino Unido. Sim, ele realmente brigou com o governo por essa causa mais do que nobre! Ele simplesmente juntou as melhores receitas, fotos e aventuras das suas viagens e fez mais um livro para sua coleção de nada menos que 14, muitos não lançados no Brasil.

Dessa vez, Jamie resolveu dividir o que mais gostou e aprendeu da gastronomia do Marrocos, Suécia, Itália, França, Grécia e Espanha, e está lançando o "Jamie does...". As fotos são belíssimas e as receitas super práticas, afinal, essa é a marca registrada desse chef moderninho.

No site oficial de Jamie (http://www.jamieoliver.com/), você pode conferir os vídeos das receitas apresentadas nos programas e reportagens sobre ele. Só não é possível comprar os livros e DVDs, infelizmente eles não entregam no Brasil. Acredite em mim, já tentei!


No link http://www.jamieoliver.com/books , você vai encontrar o "take a look inside", é só clicar na capa do livro e dar um espiada em algumas páginas desse, que promete ser o mais novo best seller do chef mais querido de todo Reino Unido.

Abraços,
Karina Ferreira

26 de maio de 2010

Como estamos no clima de cozinhas estrangeiras e tivemos uma aula sobre cozinha portuguesa, nosso enviado especial a Lisboa-Portugal, o Chefe Francisco Vita (por acaso meu pai hehehe), resolveu nos prestigiar com uma pequena entrevista nos contando como foi a experiência de viajar para o país dos nossos colonizadores.

1- Você visitou alguns bistrôs, como eles são? São parecidos com os daqui?
São parcialmente parecidos, pois afinal de contas eles têm décadas ou séculos de tradição à nossa frente. A maioria deles são lugares super tradicionais e ocupam construções que são verdadeiros templos do “consumir com qualidade”. Por serem, em sua maioria, ambientes administrados por famílias, degusta-se sempre o melhor da pátria mãe, com seus menus riquíssimos, vastos e variados. Fuja dos ambientes comerciais! Prefira sempre os mais intimistas, pois estes irão lhe surpreender a cada nova garfada.
(*Primeira foto: vemos aí um bistrô meio moderno e bem criativo! Na segunda foto: mesinhas pelas ruas, uma coisa que se acha muito em Lisboa)

2- Como foi experimentar o verdadeiro Pastel de Belém?

Degustar o Pastel de Belém não é uma tarefa simples (hehehehe). Há que se ter um misto de cultura histórica e paladar aguçado, pois afinal, para perceber na sua amplitude essa riqueza de experiência gastronômica, tem que se usar todos os sentidos, pois sentar-se à uma mesa dessas instalações fundadas em 1837, a mais tradicional de toda Portugal, é quase um ato de fé. Envolto em azulejos e sentado em mesinhas concorridas, degustar esse Pastel de Belém diretamente em sua fábrica, que fica ao lado do Mosteiro dos Jerônimos, é realmente um ato de fé. Se puder, ajoelhe-se e agradeça a Deus pela riqueza da experiência gastronômica que você está vivenciando e principalmente não se espante com as montanhas desses doces sobre mesas vizinhas.

3- Quais pratos típicos além do Pastel de Belém você experimentou? Há realmente tantos doces em Portugal quanto nós imaginamos?

Experimentei boa parte dos doces a base de gemas (não lembro os nomes, pois fui provando pela aparência hehehe). A posta alta de bacalhau que experimentei no Café Luso, regada à muito azeite, num ambiente à meia luz, com cantoras de fados e seus guitarristas passeando por dentre as mesas, foi algo marcantemente inesquecível.

4- O que você mais gostou quando estava por lá? Observou alguma coisa que te chamou atenção?
Sim. Observei o quanto nós brasileiros temos a impressão equivocada a respeito deste povo! Eles são organizados, limpos, éticos e, acima de tudo, extremamente receptivos.

5- Resumindo, como foi a experiência de viajar para Portugal? Você repetiria?
Claro que sim! Até porque não se conhece Lisboa, com todas as suas vielas e possibilidades gastronômicas e culturais, em apenas uma viagem. É um mundo quase sem fim, pois outras cidades como Sintra, Porto, Coimbra e etc. são outros universos que carecem de tempo para serem devidamente explorados.

(foto ao lado: Mosteiro dos Jerônimos)

Bom, espero que vocês tenham gostado! Aqui disponibilizo o site oficial do Chefe Francisco sobre garnishing (aguardem próxima postagem para saber mais sobre essa maravilhosa técnica!!).

http://www.cheffranciscovita.com.br/index.html


Beijos mil!
Thaís Vita

*todas as fotos foram tiradas pelo Chefe Francisco